sábado, 19 de julho de 2008

Banco Mundial

O Banco Mundial é uma agência do sistema das Nações Unidas, fundada a 1 de Julho de 1944 por uma conferência de representantes de 44 governos em Bretton Woods, New Hampshire, EUA. Esta entidade, sedeada em Washington DC - EUA, tinha como missão inicial financiar a reconstrução dos países devastados durante a Segunda Guerra Mundial, mas, actualmente, a sua missão principal é a luta contra a pobreza, através de sistemas de financiamento e empréstimo a países em desenvolvimento.

O funcionamento desta organização mundial é garantido por quotas definidas e reguladas pelos 184 países membros que o compõem. Têm poder de voto os Estados Unidos (16,39 %), o Japão (7,86 %), a Alemanha (4,49 %), a França (4,30 %), o Reino Unido (4,30 %) e os restantes 62,66% de poder de votação estão dispersos por outros países.

Saliente-se a diferença entre o Banco Mundial e o Grupo Banco Mundial. O Banco Mundial, propriamente dito, é composto pelo BIRD e pela AID, que são duas das cinco instituições que compõem o Grupo Banco Mundial.

As cinco instituições que compõem o Grupo Banco Mundial estão estreitamente relacionadas e funcionam sob uma única presidência:

AID (Associação Internacional de Desenvolvimento)

Desempenha um papel importante na missão do Banco, que é a redução da pobreza. A assistência da AID concentra-se nos países mais pobres, aos quais proporciona empréstimos sem juros e outros serviços. A AID depende das contribuições dos seus países membros mais ricos - inclusive alguns países em desenvolvimento - para levantar a maior parte dos seus recursos financeiros.

BIRD (Banco Internacional para a Reconstrução e o Desenvolvimento)

O BIRD proporciona empréstimos e assistência para o desenvolvimento a países de rendas médias e de bons antecedentes de crédito. O poder de voto de cada país-membro está vinculado às suas subscrições de capital, que por sua vez estão baseadas no poder económico relativo de cada país. O BIRD levanta grande parte dos seus fundos através da venda de títulos nos mercados internacionais de capital. Juntos, o BIRD e a AID formam o Banco Mundial.

IFC (Corporação Financeira Internacional)

A IFC promove o crescimento económico sustentável dos países em desenvolvimento, mediante o financiamento de investimentos do sector privado e da prestação de assistência técnica e assessoria aos governos e empresas. Em parceria com investidores privados, a IFC proporciona tanto empréstimos quanto participações accionistas em negócios nos países em desenvolvimento.

AMGI (Agência Multilateral de Garantia de Investimentos)

AMGI ajuda a estimular investimentos estrangeiros nos países em desenvolvimento por meio de garantias a investidores estrangeiros contra prejuízos causados por riscos não comerciais. A AMGI também proporciona assistência técnica para ajudar os países a divulgarem informações sobre oportunidades de investimento.

CIADI (Centro Internacional para Arbitragem de Disputas sobre Investimentos)

O CIADI proporciona meios para a resolução amigável, mediante conciliação ou arbitragem, de disputas referentes a investimentos entre investidores estrangeiros e os seus países anfitriões.

O presidente do Banco Mundial é tradicionalmente um cidadão dos EUA (actualmente é Robert Zoellick), enquanto o presidente do Fundo Monetário Internacional (FMI) é tradicionalmente um europeu, com excepção da cidadã estado-unidense Anne Krueger, que manteve o posto no FMI até que um novo director fosse nomeado. A nominação do presidente do Banco Mundial pelo governo dos EUA não é passível de discussão e a sua aceitação pelos europeus ou outros países membros nem é solicitada.

domingo, 15 de junho de 2008

EDP Renováveis

A EDP Renováveis é uma empresa portuguesa especializada na produção de electricidade a partir de energias renováveis (eólica e hidráulica), aliás é líder mundial neste sector. O grupo está presente nos mercados mais atractivos deste negócio e continua a expandir a sua actividade para novas geografias.

Entre 2005 e 2007, a sua capacidade instalada quadruplicou, sendo agora uma das três companhias a nível mundial com maior crescimento no sector.

A companhia tem actualmente uma capacidade instalada de 3717 MW, repartidos entre energia eólica (99,7%) e energia hidráulica (0,3%) e são também o quarto maior operador mundial no sector eólico, sendo a espanhola Iberdrola Renovables o maior.

A EDPR teve um desenvolvimento excepcional durante os últimos anos e ambiciona crescer e criar ainda mais valor para os seus sócios e accionistas. Este crescimento é consequência de uma extraordinária capacidade de execução dos seus projectos e da acertada integração das empresas adquiridas neste período, como por exemplo a aquisição e integração da empresa eólica norte-americana “Horizon” em Julho de 2007 em Junho de 2008 da brasileira “Cenaeel”;

Os mercados onde a empresa actua oferecem possibilidades de crescimento bastante atractivas, tanto pelas suas perspectivas de crescimento, como por disporem de uma estrutura reguladora estável e rentável.

A EDPR conta também com um conjunto de activos de elevada qualidade. Estão focados até para a excelência operacional destes activos, como demonstram os indicadores operacionais superiores à média nos mercados onde estão presentes.

O principal accionista da EDP Renováveis é o Grupo EDP, o maior grupo industrial português e uma das principais empresas energéticas europeias. Actualmente é o terceiro operador energético da Península Ibérica, com actividades ao nível da produção, distribuição e comercialização de electricidade e gás, tanto em Portugal como em Espanha. Para além da sua posição de liderança na Península Ibérica, o Grupo EDP tem também uma presença significativa no sector eléctrico no Brasil e, por via da EDP Renováveis, nos Estados Unidos.

Recentemente, 25% do capital da empresa foi colocado em bolsa (225 milhões de acções) na maior operação OPS (oferta pública de subscrição) de sempre da bolsa portuguesa e a maior da Europa em 2008. A procura pela subscrição destas acções superou mais de 85 vezes a oferta e o preço destas foi fixado nos 8€.

A entrada em bolsa verificou-se a 4 de Junho passado e ficou marcada pela desvalorização de cada acção nas semanas seguintes, para um valor inferior aos 8€ iniciais, contrariando as expectativas.

Contudo, os analistas apontam as acções da EDPR como bastante atractivas a médio/longo prazo, devido à crescente procura de energias limpas, inesgotáveis e alternativas ao petróleo.

quinta-feira, 15 de maio de 2008

SACOR

A SACOR foi a primeira empresa portuguesa a dominar o processo completo de importação, transporte, refinação e distribuição de produtos petrolíferos. Foi fundada a 28 de Julho de 1937, por um romeno radicado em França - Martin Saim.

Até aos anos 30 do século XX, Portugal era abastecido de produtos petrolíferos por várias empresas estrangeiras, como a Shell, a Vacuum e a Atlantic.

Apesar de em 1933 se constituir a Sociedade Nacional de Petróleos (SONAP), na qual o governo português detinha 40% do capital - sendo o restante detido por investidores franceses - não houve grande alteração do panorama petrolífero, sobretudo porque nenhuma destas empresas fazia a refinação em Portugal.

A necessidade de refinar localmente o petróleo está directamente ligada com a legislação criada pelo estado – a famosa "Lei dos Petróleos" de 1937 - que complementada por outra lei de 1965 (Lei do Condicionamento Industrial), criam as condições e o enquadramento legal para a criação de uma empresa petrolífera com refinação nacional – a SACOR.

A SACOR escolheu o Cabo Ruivo (zona oriental de Lisboa) - que era tradicionalmente a zona industrial da capital - para instalar a sua refinaria, que foi oficialmente inaugurada a 11 de Novembro de 1940. Devido à Segunda Guerra Mundial, as limitações foram impostas tanto ao nível das exportações de produtos petrolíferos como no seu transporte por via marítima, impedindo, assim, que a então nova refinaria atingisse a sua velocidade cruzeiro de produção (cerca de 300.000 tons/ano).

Problemas com o transporte de petróleo já tinham sido alvo da atenção por parte do estado português, que através do Instituto Português de Combustíveis tinha adquirido quatro petroleiros: o "Gerez", o "Aire", o "Marão" e o "Sameiro". Contudo, estes quatro navios foram insuficientes para garantir as necessidades energéticas portuguesas. Para ultrapassar estas dificuldades, as empresas petrolíferas e o Estado iriam, em 13 de Junho de 1947, constituir a Soponata, onde a SACOR detinha metade do capital desta nova empresa.

Em 1953 foi criada a ANGOL, seguida da MOÇACOR (em 1957) para a distribuição dos seus produtos, respectivamente, em Angola e Moçambique.

Já em 1958, a SACOR introduziu a gasolina super, e criou a GAZCIDLA (para a distribuição do gás butano, e a PROCIDLA (para o propano).

Em 1959 a criou a sua própria empresa de navegação marítima - SACOR MARITÍMA.

Nos anos que se seguiram à guerra, assistiu-se a um substancial aumento do parque automóvel em Portugal. A SACOR criou uma rede de postos de abastecimento por todo o país. Muitos destes postos partilhavam o mesmo desenho, e são ainda hoje facilmente identificados pelo arco que abriga as suas bombas.

Após a revolução do 25 de Abril, a empresa foi nacionalizada e integrada na Galp. Os negócios fuel foram transferidos para a Petrogal, enquanto que a companhia de navegação - Sacor Marítima, SA - subsiste e é uma das empresas do grupo Galp Energia.

terça-feira, 15 de abril de 2008

Euribor

Euribor é a junção das palavras Euro Interbank Offered Rate. As taxas Euribor baseiam-se na média das taxas de juros praticadas em empréstimos interbancários em euros por 57 bancos proeminentes europeus (painel de Bancos). Para a determinação das taxas Euribor são excluídos 15% tanto das percentagens mais altas como das percentagens mais baixas relatadas. Todos os dias úteis, às 11:00 horas (Hora Central Europeia), as taxas de juro Euribor são divulgadas e transmitidas a todas as entidades participantes bem como à imprensa.

Quando se fala da Euribor, costuma-se, muitas vezes, dizer “A taxa Euribor”, como se existisse efectivamente uma taxa de Euribor. No entanto, isto não é correcto: no total existem 15 taxas de juros Euribor, todas com prazos diferentes. Assim, existem a Euribor de 1, 2 e 3 semanas e a de 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8, 9, 10, 11 e 12 meses.

A Euribor existe desde 1999, ano em que o Euro foi introduzido. Antes dessa época já se publicava diariamente uma taxa semelhante, chamada Aibor. Para além desta taxa, também existiam, em vários países, taxas de juros locais, como a PIBOR na França e a Fibor na Alemanha.

O nível das taxas de juros Euribor é, em primeiro lugar, obviamente determinado pelo volume de oferta e procura. Afinal de contas, trata-se de uma taxa de juro do mercado que é formada por um grande número de bancos diferentes. No entanto, existem uns factores externos que influenciam em grande medida o nível da taxa de juro Euribor. Um destes factores é as circunstâncias económicas, como por exemplo, o crescimento económico e o nível da inflação.

A taxa Euribor é considerada como a taxa de base para vários produtos de taxas de juros (derivados), como por exemplo, futuros de taxas de juros, swap de taxas de juros e contratos de garantias de taxas. A Euribor também é bastante utilizada como taxa de referência em empréstimos hipotecários e contas poupança. Até existem empréstimos hipotecários em que a taxa de juros é composta por uma taxa Euribor e acrescida de um suplemento fixo.

O painel de Bancos que determina as taxas Euribor é composto por bancos com uma notação de solvabilidade extremamente boa. A escolha dos bancos, que são solicitados a proporcionar os seus dados para a determinação da Euribor, é controlada por uma comissão directora da Federação de Bancos Europeus.

sábado, 15 de março de 2008

Criar riqueza num arquipélago

Na sequência de um encontro que tive o prazer de estar presente, juntamente com vários empresários locais num destes dias, gostaria de partilhar a minha ideia base para o funcionamento próspero de uma economia regional.

Na minha opinião é impossível aumentar o nível de riqueza de uma região isolada se não se recorrer à exportação, ou seja, se não se trocar os bens locais por capital estrangeiro à região, acumulando-o. Desse modo, se uma política de auto-subsistência governar nestas regiões, apenas com subsídios externos (outra forma de captar capital) se conseguirá sobreviver.

Imaginemos uma quinta isolada, se o produtor não arranjar forma de trocar os bens que produz por capital exterior à quinta (vendendo os seus produtos), nunca vai conseguir gerar riqueza, pois, no máximo irá sobreviver.

Está claro que quando se está rodeado de mar por todos os lados, no meio do atlântico, é extremamente complicado colocar produtos competitivos no mercado externo. Temos custos acrescidos de produção causados pela importação da maior parte dos bens necessários a esta produção, bem como custos com o transporte destas compras.

Assim, para sobreviver no mercado externo e poder competir com produtos que beneficiam de economias de escala e de estruturas de custos muito inferiores às nossas, temos de apostar na diferenciação dos nossos produtos. Não nos sendo possível competir com o factor preço, teremos obrigatoriamente de nos diferenciar pelo factor qualidade. O cliente final terá de escolher o produto “dos Açores” pela sua marca, pela sua qualidade, pela sua garantia e não pelo seu preço.

É obvio que a decisão do consumidor incide sobre a relação qualidade / preço, e são raros aqueles que olham cegamente à qualidade ignorado o preço. Então, para termos preços razoáveis para o nível de qualidade que os nossos produtos apresentam, não podemos prescindir de todo dos subsídios, pelo menos a curto prazo.

Deveremos trocar por capital estrangeiro produtos de “alta gama “ relacionados com o nosso verde e azul (terra e mar), impossíveis de clonar noutro ponto do globo. Não são fábricas de utensílios, carros, peças, vestuário ou calçado que nos darão riqueza, pois poderão certamente fazer a sua função em outras regiões com custos de produção muitíssimo mais reduzidos (matérias-primas / mão-de-obra). Poderemos sim, trocar por capital estrangeiro o Turismo, o Leite e derivados, a Carne, o Peixe, os Frutos e Flores exóticos, etc., todos aqueles produtos que já temos, que são bons e se distinguem por serem inigualáveis a quaisquer outros existentes no mercado.

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2008

FAMEL – Fábrica de Produtos Metálicos, Lda.

A FAMEL foi das maiores empresas de motorizadas de Portugal. Produziu o que de melhor havia no sector das duas rodas e durante as décadas de 60, 70 e 80 ditou regras e bateu top's de vendas. Foi uma importante propulsora da economia interna portuguesa nessa época.

As suas instalações ainda permanecem de pé na Estrada Nacional 1, na entrada de Mourisca do Vouga - Águeda. Actualmente, é degradante o estado de conservação dos antigos pavilhões e bonitos jardins que componham a unidade fabril.

Desta empresa saíram das mais belas motorizadas de fabrico nacional. Das nostálgicas "Carriça" e "Foguetão" à futurista para a época "Electron", passando pela espectacular “XF17”. Estas fizeram as delícias da juventude de pelo menos quatro décadas, tempos em que todos tinham como meio de transporte a motorizada, fosse FAMEL ou qualquer outra marca. Estes pequenos e aparentemente frágeis veículos de duas rodas e motor maioritariamente Zundapp de 49,9cm3, ajudaram a fazer crescer muitas famílias, muitas casas e também Portugal. Este mesmo Portugal teve uma quota-parte bem significativa no encerramento destas indústrias, sendo apontado na gíria como o principal responsável pelo encerramento da FAMEL.

No início dos anos 90 e com a forte quebra nas vendas, a FAMEL começou lentamente a despedir os seus colaboradores. Após a entrada de Portugal na UE, com a forte concorrência internacional e juntamente com a falta de capacidade dos seus gestores para se adaptarem às investidas dos Nipónicos, Italianos e até Espanhóis, fomentou-se na empresa uma crise nunca antes sentida. Como se tal não bastasse, a Zundapp e Casal também tiveram fortes problemas económicos que ditaram também as suas respectivas falências, deixando a FAMEL sem motores.

Já em 1997, a FAMEL tinha um projecto revolucionário na manga. Era a "Electron", uma scooter eléctrica, desenvolvida em parceria com a Efacec e que parecia ter tudo para vingar no mercado. O governo não criou a legislação necessária, complicando a obtenção das licenças de condução para 50 cm3 - incentivando a carta de condução de modelos com motor de 125 cm3. A empresa já com enormes dificuldades devido à concorrência externa e com o fim das licenças de condução para velocípedes, não aguentou e encerrou as portas.

Em 2002 e depois de muitos processos em tribunal, a empresa acabou por declarar falência. Da FAMEL dependeram milhares de pessoas directa ou indirectamente, sendo por isso uma forte referência na história industrial de Portugal.

domingo, 15 de julho de 2007

YouTube

O maior arquivo de vídeos on-line

O YouTube (www.youtube.com) é um site onde os seus utilizadores podem enviar, visualizar e compartilhar vídeos em formato digital. Fundado em Fevereiro de 2005 por três pioneiros do projecto Paypal, utiliza o formato Macromedia Flash para disponibilizar o conteúdo e é o mais popular do género.

O portal contou com mais de 50% de quota de mercado em 2006 e hospeda actualmente uma grande variedade de filmes, videoclipes e outros materiais caseiros. Estes conteúdos podem também ser disponibilizados externamente em blogs e sites pessoais com alguma facilidade. A popularidade deste serviço deve-se à capacidade de alojar qualquer tipo de vídeo (excepto materiais protegidos por copyright).

No ano passado, a revista Time elegeu o YouTube como a melhor invenção do ano por, entre outros motivos, “criar, para milhões de pessoas, uma nova forma de entretenimento e educação de uma forma nunca dantes vista”.

No ano passado, cerca de vinte mil novos vídeos foram enviados diariamente para o YouTube. Actualmente, cerca de trinta milhões de vídeos são visualizados por dia. O serviço operacional possui vinte empregados, sendo quatro deles estagiários da Universidade de Stanford, contratados como "censores" para analisar o conteúdo dos vídeos que os visitantes tenham marcado como "duvidosos". O escritório da empresa fica em San Bruno, na Califórnia, onde trabalham apenas 67 pessoas.

Em Outubro de 2006, a Google anunciou a compra da maioria das acções desta empresa pela incrível quantia de 1,65 bilião de dólares, fundindo assim o YouTube com o Google Vídeo.

Tal como no Google Vídeo, existem ambiguidades acerca da qualidade técnica da execução dos vídeos.Tal queixa, no entanto, não é específica ao serviço YouTube, já que diversos sistemas de streaming de vídeos possuem o mesmo problema. Não se sabe, se por sobrecarga do sistema ou por algum bug desconhecido, o vídeo trava durante a execução e não carrega mais, além de outros tipos de problemas bastante peculiares que podem ocorrer na execução ou no carregamento do vídeo. Muitas vezes o "pause" não funciona como deveria, e quando o carregamento é mais lento que a execução, além do vídeo parar constantemente, a probabilidade dos erros ocorrerem são maiores. Estes problemas tendem a desaparecer quando se utiliza um cliente com banda larga (a alta velocidade) e os vídeos são carregados e reproduzidos sem qualquer problema.

O tamanho dos vídeos foi recentemente restringido para apenas 10 minutos de duração. Essa medida foi deliberada para tentar evitar o envio, por parte dos utilizadores, de episódios completos de séries de televisão e outros materiais com copyright. Apesar disso, encontram-se com relativa facilidade episódios e séries com mais de 10 minutos.

É incrível o tamanho e capacidade do arquivo do YouTube, existem vídeos sobre quase tudo, desde desporto, música, comédia e desenhos animados, passando por noticias, acontecimentos históricos, programas, séries e novelas da televisão e ainda muitos vídeos caseiros.

É, na realidade, um ‘mar’ de vídeos para se navegar, onde nunca há um fim, pois há sempre mais e mais vídeos para ver. Dêem uma olhadela e divirtam-se.